Se no afago de um olhar
A magia acontece
E toda a alma resplandece
Num doce e efémero mergulhar
O tempo suspenso e leve
Acaricia o sorriso breve
Num eterno recordar
E no diálogo aberto
de metafísica tão certo
Em sereno respirar
À angústia se abandona
Em passo de dança lento
Que teima em se quedar
Num grito mudo e quieto
O coração rejeita o pesar inicial
Já renovada e refeita
A alma se enche com jeito
Criança inocente, pureza divinal...
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