A sombra, reverso da luz
A melancolia, reverso da alegria
A soturnidade, reverso da jovialidade
Assim é o meu ser: vivo e lúgubre
Nostálgico a espaços e álacre amiúde
Um equilíbrio sereno entre peso e leveza
Não se aventure o vampiro
A romper-me as veias
A sugar-me o sangue
Procure outro sol outra luz
Outro longe
A minha inteireza resistirá
Ao sopro do vento
Ao canto da sereia
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